Você sabe quando está exagerando nos doces?

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Você sabe quando está exagerando nos doces?

1 de setembro de 2017
Equipe Geração Fit

excesso de açúcar

Que o excesso de açúcar é prejudicial para a saúde, você provavelmente já sabe, não é mesmo? Porém, você sabe quando está exagerando nos doces?

Quantas vezes por dia você “belisca” algum docinho? Se você tem o costume de fazê-lo muitas vezes por dia e, ainda não parou para prestar atenção nisso, precisa começar a se atentar para isso. É comum nosso corpo não dar sinais claros do excesso de açúcar, porém pequenos sinais já podem ser uma pista e tanto. Cinco sinais de exagero são: gases, alteração de humor, acne, gordura abdominal e mais fome.

Além desses sintomas, existem duas implicações importantes que o excesso de açúcar causa no organismo: a depressão e o envelhecimento. Será que a vontade de doce é física ou psicológica?

Por que o açúcar é viciante?

Após ingeri-lo, inevitavelmente, a pessoa têm a sensação de prazer. Isso acontece porque o açúcar promove a liberação da dopamina, neurotransmissor responsável por essa sensação.

Entretanto, quanto maior o consumo de açúcar, menor a liberação da dopamina. Isso provoca um desequilíbrio entre os hormônios da fome (grelina) e da saciedade (leptina), o que obriga o indivíduo a consumir mais açúcar para ter a mesma sensação de antes.

O açúcar modifica o perfil das bactérias do intestino para pior. Isso acontece porque as bactérias patogênicas gostam de fermentar sacarose, que acarreta em gases, distensão abdominal, diarreia ou constipação. Além disso, o açúcar aumenta a dopamina no nosso cérebro rapidamente, por isso a alteração de humor.

No imaginário popular, o inverno é a estação ideal para se render às tentações gastronômicas e à preguiça. As pessoas sentem mais vontade de comer doce e outros tipos de alimentos calóricos, provocando o ganho de peso e alguma dose de arrependimento.

Por que consumimos alimentos mais calóricos (e muitas vezes mais açucarados) no inverno?

O que faz as pessoas consumirem alimentos com maior densidade energética (com mais calorias e gordura) no inverno é a tentativa de regulação da temperatura corporal frente a um estresse ambiental, ou seja, no inverno nosso corpo gasta mais energia para manter a temperatura estável e, para compensar a perda energética, precisamos consumir mais calorias.

No inverno as pessoas acabam comendo mais doces e sobremesas que contém altos níveis de açúcar. Porém, se não tomarmos cuidado, corremos o risco de exagerar e, como consequência, terminar o inverno com alguns quilinhos extras e os exames de colesterol alterados.

Equipe geração fit

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