Panela de Alumínio e o mal de Alzheimer

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Panela de Alumínio e o mal de Alzheimer

30 de junho de 2017
Equipe Geração Fit

panela de aluminio

Panela de alumínio: o modelo mais barato de panelas é também motivo de muita discussão a cerca de seus possíveis malefícios à saúde.

Pesquisadores da USP descobriram que panelas de alumínio e de aço inoxidável podem soltar metais pesados durante o preparo dos alimentos.

Ao ferver uma solução de 4 litros de água e 10 gramas de sal por 3 horas em uma panela de alumínio, houve o desprendimento de 20 miligramas do metal por cada litro de água.

O acúmulo de alumínio no organismo pode ocasionar: constipação intestinal, cólicas abdominais, anorexia, náuseas, fadiga, alterações do metabolismo do cálcio (raquitismo), alterações neurológicas com graves danos ao tecido cerebral. Durante a fase da infância pode causar hiperatividade e distúrbios do aprendizado.

A ligação entre o alumínio e a doença de Alzheimer existe há muito tempo. Mas muitos cientistas acreditam que não há provas suficientes para culpar o metal, utilizado para fins variados.

No entanto, professor Chris Exley, da Universidade de Keele, diz que sua mais recente pesquisa confirma que o material desempenha um papel no declínio cognitivo.

Quando os novos resultados são colocados no contexto do que já é conhecido sobre o alumínio e a doença de Alzheimer seu significado se torna concreto.

A doença de Alzheimer familiar é o primeiro estágio da doença, quando os sintomas aparecem com 30 ou 40 anos de idade.

É uma condição extremamente rara e constitui apenas 2 a 3 por cento de todos os casos de doença de Alzheimer. As suas bases são mutações genéticas associadas a uma proteína denominada beta-amiloide, uma proteína que tem sido fortemente associada com a causa de todas as formas de doença de Alzheimer.

Panela de Aluminio e o mal de Alzheimer

Esta nova pesquisa pode sugerir que essas predisposições genéticas para a doença de início precoce estão ligadas de alguma forma ao acúmulo de alumínio no tecido cerebral.

A exposição ambiental e ocupacional do alumínio resulta em níveis mais elevados de alumínio no tecido cerebral humano e em um início precoce da doença esporádica de Alzheimer.

As predisposições genéticas, usadas para definir doença familiar ou de início precoce de Alzheimer, também predispõem os indivíduos a níveis mais elevados de alumínio cerebral em uma idade muito mais jovem.

A melhor forma de prevenção é tomar todas as precauções possíveis para reduzir o acúmulo de alumínio no nosso tecido cerebral, através da atenção à alimentação, à forma de preparo dos alimentos e também à atividade física, na intensidade e frequência adequada.

Equipe geração fit

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