Azeite aquecido faz mal à saúde: mito ou verdade?

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Azeite aquecido faz mal à saúde: mito ou verdade?

23 de fevereiro de 2017
Equipe Geração Fit

azeite aquecido

Quem nunca ouviu dizer que azeite aquecido, faz mal à saúde?

Acredita-se que ao ser aquecido, o azeite se transforma em lipídeo ruim, o que não passa de mito. Pelo contrário, o azeite mantém-se integro e benéfico ao combate de colesterol ruim e aumento do bom.

Um estudo feito com o azeite aquecido e outros óleos constatou que o Azeite Extra Virgem, em comparação com todos os outros óleos, foi o mais estável com o aumento da estabilidade à oxidação térmica.

O estudo, ao analisar o comportamento do azeite em altas temperaturas, concluiu que se trata do óleo que apresenta maior estabilidade no processo oxidativo, mantendo rica sua composição de ácido oleico e contribuindo para redução do colesterol LDL (ruim), sem afetar o HDL (bom), permitindo o equilíbrio entre os dois no organismo.

Estudos realizados pelo Departamento de Agricultura da Universidade de Napoles, na Itália, concluiram que o aquecimento do azeite não contribui para a formação de produtos tóxicos, pois suas propriedades naturais inibem sua formação. Diz ainda que a manutenção dessas propriedades está em torno de 80%.

O estudo constatou também que mesmo em temperaturas muito elevadas como frituras, o azeite manteve a maioria dos seus compostos e portanto, a maior parte das suas propriedades. Não houve influência do calor da fritura na perda do perfil de ácidos graxos dos azeites, não havendo variação significativa.

Cabe ainda destacar que não ocorre formação de gordura trans ou saturada quando exposto nas temperaturas recomendadas, desmistificando assim a transformação de azeite em “gordura ruim”

Equipe geração fit

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